Fiador ainda é responsável pela maior parte das locações em SP

Por: Equipe InfoMoney
18/01/11 – 16h31
InfoMoney

SÃO PAULO – Os fiadores continuam sendo a opção mais adotada na hora de se alugar um imóvel, dentre as modalidades de garantiaadotadas no estado de São Paulo, com destaque para o interior, onde representou mais de 77% dos contratos firmados.

O dado faz parte da pesquisa referente ao mês de novembro de 2010 e divulgada na segunda-feira (17) pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo).

Já na capital, o fiador apareceu em 43,81% dos casos. Considerando o depósito, a região do ABCD mais Guarulhos e Osasco foi a que mais utilizou essa forma de garantia em novembro de 2010. Do total de contratos firmados naquele mês, 32,68% foram realizados por meio dessa opção.

No seguro-fiança, destaca-se a capital, com pouco mais de 29% de participação nas locações realizadas.

Outras modalidades
Dentre as modalidades menos tradicionais, novamente na capital, a locação sem garantia apareceu em 0,58% dos contratos, enquanto o aluguel com caução de imóveis foi responsável por 0,82% das locações. Já a cessão fiduciária não registrou nenhum contrato efetivado durante o período analisado, nessa região.

Confira, na tabela a seguir, os percentuais em cada região do estado analisada pelo Creci-SP:

Garantias de aluguel utilizadas em novembro
Região Fiador Seguro-fiança Depósito Sem garantia Caução imóveis Cessão fiduciária
Capital 43,81% 29,09% 25,70% 0,58% 0,82% nulo
Interior 77,45% 9,51% 10,25% 0,37% 0,75% 1,68%
ABCD+Guarulhos e Osasco 41,18% 23,97% 32,68% 0,22% 0,44% 1,53%
Litoral 50,81% 18,55% 29,84% nulo 0,81% nulo

 

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2011 promete mais expansão

O mercado imobiliário de Mato Grosso fechou 2010 com crescimento de até 20% nas vendas. As construtoras que atuam no Estado comemoram os resultados e apostam em mais aquecimento no mercado para este ano, período em que serão entregues boa parte dos empreendimentos lançados nos últimos 2 anos. Apesar do crescimento ano a ano, as empreiteiras acreditam que o setor continuará em expansão no Estado.

A construtora Gerencial, por exemplo, registra alta de 8% nas vendas em 2010 ante 2009. O gerente da empresa, Paulo Di Sério, acredita que o mercado manterá os índices positivos para 2011, com aumento médio de 6%. Conforme ele, o valor de vendas do ano passado foi de R$ 285 milhões com a entrega de 270 imóveis. “Para 2011, serão lançados mais 245 unidades”. De acordo com o gerente, os maiores compradores são da classe C, com rendimento mensal entre R$ 1,750 mil e R$ 4,1 mil.

Na Vanguard Home, os investimentos estão acontecendo conforme a demanda. O gerente regional, Márcio Ferreira, explica que o crescimento observado ao longo de 2010 ficou entre 15% e 20%. Ele conta que foram lançadas cerca de 600 unidades, totalizando investimentos de R$ 98 milhões. “Constantemente temos que repor o nosso banco de terrenos. Isso acontece por que a procura por imóveis é grande”.

O diretor da Concremax, Júlio Flávio Miranda, também colheu resultado positivos em 2010. Ele informa que o crescimento ocorreu principalmente nos municípios pólos do Estado, como Sinop, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde e Cáceres, mas a maior concentração de unidades habitacionais está em Cuiabá e Várzea Grande. Miranda ressalta que os investimentos totalizaram quase R$ 135 milhões, sendo R$ 54 milhões para a construção de casas e outros R$ 80 milhões para apartamentos. Além disso, destaca que em 2011 é previsto investimentos de R$ 120 milhões.

Resultados preliminares da Brookfield Incorporações apontam que em Mato Grosso, as vendas contratadas alcançaram R$ 100,7 milhões, crescimento de 59,58% em relação aos R$ 63,1 milhões de 2009.

A advogada especialista em Direito Imobiliário, Rita Aleixas, analisa que o mercado imobiliário irá se comportar conforme ocorrer a demanda. “As especulações no setor existem, mas é a lei da oferta e demanda que direciona os investimentos”. Segundo ela a compra é direcionada basicamente para moradia e investimento.

(Fonte: http://www.primeirahora.com.br/site/index.php?pg=noticia&intNotID=47685)

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Mercado imobiliário atingiu equilíbrio, diz Secovi-SP

São Paulo – O mercado imobiliário de São Paulo já atingiu o ponto de equilíbrio em volume de vendas e preço, segundo afirmou hoje João Crestana, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). A partir de agora, observou, o lançamento e as vendas de imóveis de luxo e os voltados para a classe média alta deverão permanecer estáveis, enquanto as unidades populares para a classe média continuam em destaque nas estatísticas.   Porém, o executivo alertou que haverá necessidade de maior agilidade na liberação do crédito por parte dos bancos e de desenvolvimento de tecnologias construtivas e estratégias de marketing para conquistar o público. Pelos cálculos de Celso Petrucci, diretor do Departamento de Economia do Secovi-SP, as vendas de imóveis na capital paulista devem acompanhar o ritmo do Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2011, crescendo 5%. Depois da forte alta apurada no ano passado – com os indicadores chegando a descolar da inflação -, Petrucci diz que os preços tendem a se estabilizar este ano. “Esperamos que essa relação preço/inflação volte a convergir”, afirma. Para 2011, Crestana espera ver mais investimentos de empresários entidades do setor e governo na formação de mão de obra especializada. “Dessa forma, esse gargalo será solucionado, com a geração de mais empregos formais”, afirma. Além do combate constante ao déficit habitacional, estimado hoje em 7 milhões de unidades, o mercado precisará atender à demanda vegetativa. Somente na cidade de São Paulo são formadas 30 mil novas famílias por ano, observou a entidade. Balanço da década Ao fazer um balanço da década, Crestana destacou que 2010 consolidou o movimento de retomada iniciado após a superação dos efeitos da crise financeira internacional do fim de 2008 e início de 2009, com os compradores mantendo o ritmo de compra e os empresários, o de lançamentos. “O Brasil passa por um momento de consolidação do crédito imobiliário como negócio, e a poupança e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) apresentaram bons indicadores de incremento.” No cenário macroeconômico, a entidade reconhece que 2010 marcou a história do Brasil. Os empresários do setor imobiliário apostam na continuidade dos níveis de crescimento em 2011, com manutenção da política econômica atual pela nova equipe do Ministério da Fazenda e do Banco Central (BC), mas com a adoção de medidas que reduzam os gastos públicos. O debate com relação às novas fontes de recursos para a produção e a aquisição de imóveis continua, diante da perspectiva de esgotamento dos recursos da poupança. “Acreditamos que serão investidos mais de R$ 65 bilhões de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)”, informou a entidade sobre as tendências para 2011.

(Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/mercado-imobiliario-atingiu-equilibrio-diz-secovi-sp)

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FMI diz que economia mundial muda pouco em 2011

O Fundo Monetário Internacional (FMI) acredita que o ritmo da recuperação econômica obtido em 2010 continuará em 2011, o que significa um crescimento frágil nos países avançados e forte entre os emergentes.

O economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, destacou em uma entrevista à revista digital do organismo, “IMF Survey”, que é necessário um reequilíbrio global para uma maior saúde econômica planetária, que exige maior flexibilidade cambial e redução da dívida nos países com problemas fiscais. “Sem esse reequilíbrio econômico não haverá uma recuperação saudável”, afirmou Blanchard.

O economista-chefe ressaltou que as projeções do FMI para a economia mundial foram bastante acertadas em 2010. “Estávamos certo sobre os EUA. A situação foi melhor para o núcleo de países fortes europeus e Japão teve crescimento superior ao que pensávamos”, afirmou Blanchard. Acrescentou que as projeções realizadas pelo FMI apontavam na direção correta com relação à China, embora o mesmo não tenha acontecido na Índia.

A ausência de “grandes surpresas” não significa que a situação esteja bem. “Não estão”, deixou claro Blanchard, quem descreveu como “assombrosa” a velocidade em que avança a economia mundial e quem destacou que essa tendência parece acentuar-se. “Provavelmente domine 2011 e vá além”, aventurou.

Daqui para frente, o desafio para os emergentes será evitar o aquecimento de suas economias e enfrentar o crescente desembarque em seus mercados de fluxos de capital.

Os países avançados sentem as consequências de uma crise com raízes “profundas” que desbaratou o sistema financeiro e criou uma grande incerteza. Se isso combinar com baixas economias e investimentos excessivos no setor imobiliário, o resultado é “uma recuperação lenta”, que precisa do empurrão para reduzir as elevadas taxas de desemprego. Trata-se, afirmou Blanchard, de um processo “doloroso”, mas não surpreendente. A história demonstra que a recuperação das crises financeiras é “longa e lenta”. Daí que, em linha com o apontado pelo FMI em inúmeras ocasiões, seja necessário um reequilíbrio interno e externo.

Blanchard lembrou que antes da crise o crescimento em muitos países avançados se assentava em uma “excessiva demanda doméstica”, via consumo ou investimento imobiliário, um modelo que provou ser inviável. Esses países necessitam agora encontrar novos pilares de crescimento. Em geral, Blanchard explicou que os países com déficit precisam apoiar-se mais no setor externo, nas exportações, enquanto os que desfrutam de superávit devem fazer o contrário, ou seja, insistência na demanda doméstica e menor dependência do setor exportador.

O economista-chefe do FMI apontou que a recuperação poderia continuar sem esse reequilíbrio, mas seria uma aposta perigosa. “A continuidade da expansão fiscal ou o retorno dos consumidores americanos aos velhos hábitos de poucas economias podem sustentar a demanda e o crescimento por algum tempo”, afirmou. Mas o optar por uma solução desse tipo “recreará muitos dos problemas” que desencadearam a crise. “Imagine o que viria depois?”, perguntou retoricamente Blanchard em uma clara advertência aos responsáveis do futuro econômico do planeta. Destacou, para finalizar, que os ajustes cambiais são “uma parte integral do processo” de ajuste.

(Fonte: http://www.ipcdigital.com/br/Noticias/Mundo/FMI-diz-que-economia-mundial-muda-pouco-em-2011_01012011)

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Fundos devem investir R$ 1 bi no setor hoteleiro

Estudo conduzido pelo time global da Ernst & Young com mais de 60 investidores internacionais, incluindo fundos de private equity, bancos de investimento e fundos especializados no segmento imobiliário mostrou que o Brasil deve receber recursos de US$ 1 bilhão no setor hoteleiro nos próximos dois anos, em função do bom momento econômico e das perspectivas de desenvolvimento dos negócios com a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.

Segundo Rogério Basso, sócio-líder de transações para o setor imobiliário da Ernst & Young para a América Latina, os potenciais investidores planejam construção de hotéis e aquisição de redes já em operação, e há grande perspectiva para a implementação de empreendimentos de luxo. “Na América Latina, o Brasil tem, junto com o México, o maior volume de oportunidades potenciais, e o país tem um setor hoteleiro com recuperação robusta”, explica Basso.

O estudo ressalta uma relação das expectativas de investimentos com os dois eventos esportivos e também ao bom momento econômico. “Dois terços dos investidores estão com recursos comprometidos aos mercados emergentes, especialmente para o Brasil, nos próximos 24 meses. Trata-se de um volume substancial para o país, se levarmos em consideração que há uma década este era um destino considerado de alto risco, devido a instabilidade econômica, inflação, dívida e alta volatilidade da moeda”, disse o sócio da Ernst & Young.

(Fonte: http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2010/12/13/Cifras_e_Cifroes/Fundos_devem_investir_R_1_bi_no_s.shtml)

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Setor imobiliário de Rondônia comemora recorde de vendas em 2010

O ritmo do desenvolvimento econômico e do crescimento populacional de Porto Velho nos últimos anos, devido à construção das usinas do Rio Madeira, tem sido acompanhado de perto pelo crescimento do mercado imobiliário. Só na capital, cerca de 13 mil novas moradias estão sendo construídas para atender à grande procura por imóveis, e a construção civil se destaca como o setor de maior geração de empregos do Estado, posicionando Rondônia nacionalmente.
Neste contexto, a Social Imóveis desponta como a líder do mercado de imóveis da Capital e, para comemorar os resultados obtidos em 2010, realizou um coquetel na noite desta quarta-feira (15), na unidade do Porto Velho Shopping. Na ocasião também lançou a primeira edição da revista “Social Imóveis: há 20 anos realizando sonhos”, contando a história da empresa, seus números e as novidades que vai trazer para o mercado imobiliário de Porto Velho.
“Em 2010 batemos recorde de vendas. Hoje, 75% das vendas do mercado imobiliário de Porto Velho são da Social Imóveis, que é líder em todos os empreendimentos da Direcional engenharia, do Ecoville e Alphaville e ainda é detentora da maior carta de locação da capital, com mais de 2000 mil imóveis sendo administrados”, conta Ailton Arthur, diretor da imobiliária, compartilhando com seus mais de 100 corretores e funcionários os resultados alcançados.

“Para o próximo ano os prognósticos são os melhores possíveis enfatiza Ailton, grandes empreendimentos que estão aportando agora em Porto Velho chegam com estudos de viabilidade econômica para os próximos 20 anos. Isso é uma tranqüilidade para todos que querem investir no setor, conclui Airton.

Novidades para o mercado imobiliário: modernidade e luxo
A Social Imóveis também está buscando investimentos no exterior, e vai trazer para Rondônia empreendimentos de vanguarda. “Entramos em contato com um grupo espanhol que vai realizar um projeto de arquitetura e engenharia modernas e luxuosas aqui, elevando Rondônia a um padrão internacional. Trata-se da construção de três torres de aproximadamente 30 andares, interligadas no topo pela área de lazer, com piscina de borda infinita, a exemplo do Hotel Marina Bay Sands, em Singapura”, explica Ailton Arthur

(Fonte: http://www.portalrondonia.com/site/setor,imobiliario,de,rondonia,comemora,recorde,de,vendas,em,2010,24927.htm)

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