Aluguel de novos contratos sobe 1,2% em janeiro em SP, diz Secovi

O valor do aluguel de contratos novos assinados em janeiro subiu 1,2%, em média, divulgou nesta quarta-feira (23) o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Em dezembro a alta foi de 1,9% e, em novembro, de 1,6%. A queda do aumento é “um indicativo de que os preços podem até rumar para a estabilização nos próximos meses”, diz o sindicato, em nota.

De acordo com o estudo, o acréscimo médio dos aluguéis nos últimos 12 meses alcançou 14,57%.

As unidades de 1 dormitório registraram as maiores elevações em janeiro, de 1,5%. O preço dos imóveis de 2 quartos ficou em 1,2%. Os imóveis de 3 dormitórios foram os que tiveram menor variação em janeiro, de 0,5%.

De acordo com a pesquisa, a modalidade de garantia mais utilizada no mês de janeiro foi o fiador, presente em 50% dos contratos fechados. O depósito de até três meses participou com 30% e o seguro-fiança com 20%.

Reajuste
De acordo com o Secovi-SP, nos contratos em andamento com correção pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e aniversário em fevereiro, o reajuste é de 11,50%, correspondente à variação do indicador de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2011/02/aluguel-de-novos-contratos-sobe-12-em-janeiro-em-sp-diz-secovi.html

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Nova renda do ’Minha casa, minha vida’ deve sair em março

O conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) irá se reunir no dia 15 de março para fixar o novo limite de renda do programa “Minha casa, minha vida”. O pedido do conselho é que o teto fique em R$ 5.250, abaixo do que foi solicitado pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (dez salários mínimos), no fim do ano passado.

Segundo Henriqueta Arantes, integrante do conselho curador, a reunião também terá como temas a fonte de recursos para a construção de unidades destinadas a famílias com salário entre R$ 465 e R$ 1.395, além da modificação nos juros cobrados para a faixa de renda abaixo de R$ 2.790.

No modelo atual do programa, as taxas de juros durante o financiamento das moradias variam de 5% a 8,16% ao ano. Para quem ganha até R$ 2.325, os juros são de 5% ao ano. Entre R$ 2.325 e R$ 2.790, a cobrança aumenta para 6% ao ano. E de R$ 2.790 a R$ 4.900 (renda máxima atual), são cobrados juros anuais de 8,16%.

A proposta do conselho é que famílias que ganham até R$ 3.150, independentemente do novo teto, paguem juros de até 7% ao ano.

 

Valor dos imóveis

A mudança no valor máximo das unidades enquadradas no “Minha casa, minha vida” foi publicada na última sexta-feira no Diário Oficial da União. A partir da data, 11 de fevereiro, a Caixa terá 60 dias para adequar seu sistema de financiamento ao novo valor.

Desta maneira, na região metropolitana do Rio, o valor máximo deve passar de R$ 130 mil para R$ 170 mil em meados de abril.

Fonte: http://extra.globo.com/casa/nova-renda-do-minha-casa-minha-vida-deve-sair-em-marco-1075226.html

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Estudantes agitam mercado de locação em SP

O mercado de locação na cidade de São Paulo, já bastante aquecido devido à falta de imóveis para alugar, movimenta-se ainda mais neste início de ano, com a busca de moradias por estudantes que passaram no vestibular e também por universitários que, com a mudança de ano letivo, anseiam por imóveis maiores ou mais bem localizados.

De acordo com Hilton Pecorari Baptista, diretor de Locação Residencial do Secovi-SP  (Sindicato da Habitação), a demanda começa a crescer no final de janeiro e se estende até o início de março nas regiões próximas às universidades, em bairros como Butantã (onde está a Universidade de São Paulo), Vila Buarque e Higienópolis (Mackenzie e Faap), Centro e Liberdade (FMU e cursinhos pré-universitários) e Vila Mariana e Vila Clementino (Universidade Federal de São Paulo).

“Esse já é um período de grande rotatividade no mercado de locação, porque muita gente prefere mudar de casa durante as férias, e isso cresce ainda mais por causa dos universitários”, diz o diretor.

“Os imóveis mais procurados são os pequenos e econômicos, de 1 e 2 dormitórios, sem luxo, e com valor baixo de condomínio”, esclarece Pecorari Baptista.

Estimativas de imobiliárias associadas ao Secovi-SP dão conta que, em algumas regiões da Capital, a procura por aluguel cresce até 30% entre fins de janeiro e de março.

“A fase mais crítica em termos de demanda vai do final de fevereiro ao começo de março. Aí faltam imóveis para alugar”, afirma Simone Crisostomo, diretora da Krisos. Os preços também disparam. “Eles sobem entre 10% e 20% na região, comparativamente a meses considerados ‘neutros’, como setembro e outubro”, conta Simone.

Nesta época do ano, a Krisos nota aumento na procura por moradias de 1 e 2 dormitórios. “São imóveis onde moram de dois a três estudantes, a maioria do interior paulista”, comenta. A empresa comercializa um tipo de moradia que tem feito muito sucesso entre os estudantes: kitchnettes mobiliadas (cama, armário, fogão e geladeira) que incorporam alguns diferenciais em relação às kitchs tradicionais: banda larga em todas as unidades, lavanderia coletiva e zeladoria. “O pacote inclui água, luz, IPTU, internet e zeladoria. E isso é uma vantagem para os estudantes, que sabem quanto vão gastar o ano todo”, informa a diretora.

A fim de garantir mais organização e espantar a bagunça, há limitação no número de moradores por unidade nessas kitchs administradas pela Krisos: duas pessoas. Pecorari Baptista confirma que hoje em dia alguns proprietários e administradoras estão restringindo o número de moradores por imóvel quando veem que o inquilino é estudante. “A intenção é impedir a formação de uma ‘república’, que não costuma ser bem-aceita pelo condomínio”, justifica.

O diretor do Secovi-SP diz que dificilmente a locação para estudantes é motivo de dor de cabeça para as imobiliárias. É que, em vez de conhecidos ou parentes distantes, são normalmente os pais dos estudantes que arcam com as despesas e servem de fiador para a locação. “O seguro-fiança, feito em nome dos pais, também é bem aceito”, esclarece. O mesmo acontece na Krisos. Noventa por cento das kitchnettes diferenciadas são alugadas com caução (depósito de três meses), sendo que em 80% dos casos é o pai do estudante que paga a conta.

(Fonte: http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas11/110220114.htm)

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Franquias invadem setor imobiliário

Diversos fatores positivos como, por exemplo, a maior estabilidade da economia, os baixos juros, a confiança que os outros países têm tido para investir no Brasil, e ainda a facilidade de se conseguir créditos em bancos, estão contribuindo para o boom imobiliário no país. Em razão desse movimento, é possível verificar um aumento do número de empresas que atuam no mercado de compra, venda e aluguel de imóveis novos, semi-novos e usados. E não só. Muitos grupos, nacionais e internacionais, têm optado por promover a sua expansão por meio do sistema de franquias.

Atualmente, mais de 10 empresas franqueadoras estão associadas à Associação Brasileira de Franchising (ABF) no segmento de construção e imobiliária. Dentre estas é possível citar as redes americanas Century 21 e Re/Max, e ainda as redes brasileiras Pronto!, Rede Morar e Apolar Imóveis.

E por que esse mercado está crescendo? Por que o empresário tem optado por ingressar em uma rede de franquia, ao invés de tentar a sorte em um negócio próprio?

Isso ocorre porque os empresários buscam negócios testados, especialmente de marcas reconhecidas no mercado e que tenham uma boa reputação e aceitação pelo público consumidor, e ainda todo o suporte e know-how que as empresas franqueadoras podem oferecer, tais como indicação de planos de negócios.

Além disso, é comum nesse segmento de imobiliárias que a intersecção de informações multiplique o banco de dados tanto de imóveis como de potenciais compradores e permita parcerias que acarretam no aumento das oportunidades de fechamento de negócio.

A implantação de uma franquia imobiliária pode ocorrer por meio da conversão de imobiliárias locais já existentes no mercado ou pela instalação de uma unidade nova. Em qualquer um dos casos, é importante que a lei de franquia seja cumprida pelo franqueador, que deverá entregar a Circular de Oferta de Franquia ao candidato a franqueado.

E apesar de ser um segmento novo no sistema de franquias, o mercado imobiliário tem altas expectativas para 2011, com o lançamento de milhares de empreendimentos por todo o país. Segundo a ABF, as franquias imobiliárias brasileiras devem crescer 30% no próximo ano. A tendência é do mercado se profissionalizar e acirrar ainda mais a boa concorrência.

Fonte: Portal VGV

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Falta de mão de obra desafia construtoras

Pressionada pela escassez de mão de obra, a construção civil gaúcha estima necessitar de 15 mil novos trabalhadores para atingir a projeção de crescimento de 5,5% em 2011. Com a previsão de manutenção da demanda aquecida e maiores investimentos públicos e privados em grandes obras, o setor busca alternativas de curto prazo para suprir as necessidades de material humano, de serventes de pedreiro a engenheiros.

O gargalo de pessoal, aliado a outras dificuldades, como a demora da análise de projetos pelos órgãos públicos, pode ser um obstáculo para a meta ser alcançada, alerta o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado (Sinduscon-RS), Paulo Vanzetto Garcia.

– O ambiente econômico é favorável, as pessoas querem comprar, mas não sei se conseguiremos construir as obras – pondera Garcia.

Em 2010, quando o Índice de Atividade da Construção Civil Gaúcha (IAC-RS) subiu 8,7% – a maior taxa dos últimos 15 anos e acima das expectativas iniciais –, o setor empregou 18,2 mil pessoas a mais ante 2009. Com isso, fechou o ano com 125 mil trabalhadores, quase o dobro do que há cinco anos.

Além de buscar a substituição do trabalho braçal por tecnologia, as saídas para preencher as ofertas de emprego foram abrir maiores espaços para mulheres e egressos do sistema prisional. Também cresce a busca por operários de Estados do Nordeste e de profissionais como engenheiros de países do Mercosul. O diretor administrativo do Sindicato dos Engenheiros do Rio Grande do Sul (Senge-RS), Jorge Luiz Gomes, contesta a falta de profissionais e afirma que na entidade há cadastrados 204 currículos de engenheiros civis aguardando oportunidade.

Remuneração subiu 20% entre alguns profissionais
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de Porto Alegre, Valter Souza, confirma ter recebido informações sobre a chegada de operários forasteiros.

– Ainda não temos dados para aferir isso, mas temos gente a campo fazendo levantamento – diz Souza.

Para o Sinduscon, pode ser uma fonte relevante de mão de obra o número de pessoas que opta por pedir desligamento do serviço e, enquanto recebe o seguro-desemprego, trabalha na informalidade.

O descompasso entre procura e oferta de emprego no segmento também se reflete na remuneração. Dados do Sinduscon indicam que, nos últimos 12 meses, o salário de pedreiros e serventes subiu 8,5% e o de mestre de obras com até 25 subordinados, 17%. Para profissionais com número superior de subordinados, a alta foi de 20%.

(Fonte: http://revista.penseimoveis.com.br/especial/sc/editorial-imoveis/19,480,3190612,Falta-de-mao-de-obra-desafia-construtoras.html)

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Rio planeja financiar obras da Olimpíada-2016 com títulos públicos

O Rio pretende emitir títulos públicos para financiar parte dos custos dos Jogos Olímpicos de 2016. A prefeitura da cidade pretende captar até US$ 500 milhões (cerca de R$ 835 milhões) no exterior com os chamados ‘Olympic Bonds’’.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), está fechando o projeto, mas ainda depende de autorização do governo federal, já que Estados e municípios estão impedidos de fazer novas emissões de títulos desde que suas dívidas foram renegociadas com o governo federal, em 1993.

Conseguir a liberação do governo federal é considerado complicado. Porém o fato de a cidade ter a classificação de ‘investment grade’’ (grau de investimento) da agência de classificação Moody’s pode facilitar o trâmite.

As agências internacionais de classificação usam notas para identificar e sinalizar o risco de investimento em empresas e países. Essa avaliação auxilia fundos e gestores internacionais a investirem em um país, Estado, cidade ou empresa, a partir do estudo de suas características econômicas e de estrutura de capital.

Outra fonte de captação que a prefeitura pretende utilizar é o Cepac (Certificado de Potencial Adicional de Construção), um título imobiliário que pode ser comercializados em leilões públicos. Paes aumentou em 36% o valor dos Cepacs da zona portuária, onde serão erguidos empreendimentos ligados aos Jogos-2016. Com isso, a arrecadação para os investimentos na área, prometida ao COI, vai subir de R$ 2,5 bilhões para R$ 3,5 bilhões.

A medida foi feita após a conclusão de novo Estudo de Viabilidade Econômica para a área, em novembro do ano passado. A previsão é de que o primeiro leilão dos créditos seja realizado em fevereiro. O custo total da Rio-2016, segundo projeção apontada quando a cidade ainda era candidata, será de aproximadamente R$ 30 bilhões, a maior parte obtida com recursos públicos. Esse valor leva em conta investimentos em módulos esportivos e infraestrutura urbana.

Em relação aos complexos esportivos, o projeto olímpico prevê que 26% deles terão que ser construídos. O restante será aproveitado entre o que já existe na cidade, como o parque aquático Maria Lenk e o estádio Engenhão, construídos para o Pan-07.

Fonte:

http://esporte.uol.com.br/rio-2016/ultimas-noticias/2011/01/25/rio-planeja-financiar-obras-da-olimpiada-2016-com-titulos-publicos.jhtm

 

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Alta na venda de propriedades em Miami aquece mercado imobiliário

MIAMI, 21 Jan 2011 (AFP) -A venda de imóveis em condomínios de Miami teve um aumento de 43% em 2010, com uma forte demanda atraída pelos baixos preços, dados que “incentivam” uma pronta melhora do mercado imobiliário local castigado pela crise hipotecária, informaram nesta sexta-feira fontes do setor. Os preços dos condomínios em Miami caíram, em 2010, 18% a mais em comparação aos preços de 2009, segundo a Associação de Imobiliárias de Miami. Essa diminuição nos valores levou as vendas fechadas no último ano a totalizarem 9.778 condomínios, 43% a mais do que no ano anterior (6.854). “Os dados de vendas de dezembro e de todo o ano de 2010 são muito encorajadores”, disse Jack Levine, presidente da Associação de Corretores de Miami. “O aumento das vendas mostra a existência da demanda por propriedades locais e reflete uma significativa melhora em comparação com os anos anteriores”, comentou. Apenas em dezembro, foram vendidas em Miami 985 propriedades, 29% a mais em relação ao mesmo período de 2009, com 766 operações. Comparando as vendas de 2010 com as registradas em 2008, em plena crise imobiliária e, por isso, com pouquíssimas transações, a taxa de aumento chega a 114%, de acordo com a entidade. Analistas imobiliários destacam que, apesar destes dados encorajadores, a grande quantidade de imóveis que entram no mercado continuará jogando os preços lá embaixo em 2011. Cerca de cinco mil propriedades, incluindo casas, condomínios e imóveis comerciais, caem nas mãos dos bancos por hipotecas não pagas na região de Miami e arredores todos os meses, segundo o site especializado Condovultures Realty, que tem atualmente uma base de dados com 236 mil unidades embargadas no sul da Flórida.

(Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/01/21/alta-na-venda-de-propriedades-em-miami-aquece-mercado-imobiliario.jhtm)

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